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Olavo do Zeca

Em uma madrugada , mais precisamente em 06 de dezembro de 1936 nasceram dois meninos filhos de José Manoel da Rosa...

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Maximiniano arranchou-se no Córrego do Junco, e Jerônimo Vieira, na barra do Rio Pará. Começaram logo a trabalhar, e as duas fazendas prosperavam e produziam em abundância.

Como os dois fazendeiros fossem católicos fervorosos, desejavam oferecer a Deus culto em ação de graças pelos benefícios recebidos. Resolveram edificar uma capela onde fossem celebradas missas.

Maximiniano queria construir próximo à sua fazenda, e o mesmo desejava Jerônimo Vieira. Para chegarem a um acordo, combinaram sair cada um de sua fazenda, em hora marcada em cavalos de marcha igual, dirigindo-se um para a fazenda do outro. Onde eles se encontrassem, seria edificar a capela. O encontro se deu onde hoje se encontra a nova Matriz. O marco do encontro foi uma cruz que ali existiu até a década de sessenta, depois foi tirada (acredita-se que é a que está em frente do cemitério).

O terreno onde se encontraram, pertencia à fazenda dos Monjolos, já visitada pelo Vigário de Dores do Indaiá, que a convite de Dona Luiza, sempre vinha celebrar missa ali. Dona Luiza iniciara a construção de uma capela em sua propriedade, e como a construção estava interrompida, ela doou toda a madeira preparada aos dois senhores, para a edificação do templo que eles planejavam.
 
 
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